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NOTÍCIA

PROJETO ARTE NA ESCOLA

 O Centro de Cultura e Artes, localizado na rua Presidente João Pessoa, prédio da Maçonaria, no centro da cidade, funciona nos turnos da manhã e tarde, desenvolvendo com alunos da rede pública de ensino, aulas sobre as linguagens artísticas, teatro, música e artes visuais, formou grupo de flauta doce e violão, recentemente foi adquirido mais 10 flautas doce contralto (Yamaha.) O centro também esta estendendo suas atividades de prática instrumental de música, com a clientela do IPSENC, realiza aulas de violão para aqueles que assim desejam aprender o instrumento. Adquirimos também, todo material adequado para as aulas de artes visuais, e teatro, O Centro esta planejando para meados de setembro um evento onde concentrará todas as produções artísticas dos nossos alunos, música, teatro, artes visuais, inscrições em festivais etc. Público alvo serão estudantes, pais, professores, agentes culturais e outros.
Nas escolas municipais de Cabedelo, o ensino da arte também tem o seu destaque, é realizado em todas as séries do ensino, assim como reza a LDB – Lei de Diretrizes do Ensino Básico, professores e alunos desenvolvem um belíssimo trabalho. A arte como outra disciplina do currículo, tem seu conteúdo específico e que deve ser fundamentado, tentamos no nosso cotidiano escolar quebrar o estigma da concepção do ensino da arte e suas práticas pedagógicas, com a metodologia baseada no empirismo, ou seja, conceitos funcionalistas limitavam-se na maioria das vezes nas atividades, colar, pintar, colorir sem levar em conta a contextualização. Felizmente com o empenho de nossos professores e a viabilização da Secretaria de Educação e Cultura, a partir de 2005 alunos, professores e supervisores, aprimorando a metodologia do ensino da arte podemos contar com futuros bons apreciadores e consumidores de cultura.
Linguagens artísticas do CENTRO DE ARTE E CULTURA Música- Marcelo A prigio, Teatro – Padua Lucena Artes Visuais- Fátima Queiroz. Temos cerca de 120 alunos matriculados em horário oposto ao da escola que estuda.
Funciona no prédio de cultura Rua Pedro Aleixo de Mourana sala de dança, 265 alunas matriculadas, todo material (roupas, sapatilhas etc.) de ballet são fornecidas pela prefeitura. As professoras de dança: Joelma Ferreira, Sanielle Cipriano, e Waleska Rique.
Fonte: Secretaria de Educação e Cultura.
Marieta Rezende

Folhas ao Vento

  

Na realidade como já faz parte de meu costume eu não consigo ver uma obra sem ao menos resenha-la depois de tudo que vejo, e esta que de repente ouso em descrevê-la ela se mostra ser um tanto errônea quando por bem diz ser de uma forma e se lê de outra. Não pelo trabalho em si, mas pelo que podemos ver e se deixa muito a desejar. O autor não teve o cuidado como os demais de corrigir antes de chegar às mãos de seu leitor, e por deixar ficar ao léu, ao deus dará comprometeu sua obra.

Obra esta que poderia ter ido mais a fundo, falar mais sobre seu conteúdo, a priori do que este se deixava propor, ou seja, de seus artistas já que sua pretensão era esta mostrar o trabalho dos mesmos, mas segundo seus próprios autores esta devera ter continuidade, e tendo continuidade poderão por bem ter mais zelo em trabalha-la.

Porque vejam, ela fala sobre uma cidade que se diz berço de cultura, mostra neste um exemplar dos artistas desta comunidade, no que vemos ser protagonista de um individuo que realmente foi o que ele pode ser, porém não nascera nesta localidade. O nome do mesmo é tanto que podemos ver em duas páginas deste exemplar num momento tendo um nome, e noutro sendo outro. Nome artístico não, pseudônimo também não, mas nome próprio.

Detalhes a parte pode vir se, mas nada justifica. Creio que o mesmo jamais iria gostar de se ainda se encontrasse dentre nós. Doutros personagens desta história não é preciso que seja comentado, pois cada qual brilha de uma forma, sem sequer ofuscar um ao outro.

Refiro-me desde então aos cuidados que não tiveram, a culpa se repete, pois as editoras, ou aquele que faz a revisão dos mesmos se merecido ou não, não tomam providências de pelo menos corrigir os erros ortográficos não só deste como de outro livro ou exemplar qualquer e o autor do mesmo é que paga as duras penas.

Portanto meus amigos e demais companheiros minha critica, minha resenha não se resume apenas nesta obra, mas em mostrar que todo cuidado é pouco quando editamos um livro, e vemos logo de cara que nada mais é este que folhas ao vento. Este não tem, nem vem com o devido registro, e sendo assim poucas lojas querem ter o cuidado de repassar a preços módicos aos leitores. Isto traz benefícios as editoras, mas aquém adquire nada se presume.

Alexandre Oliveira – 01 / 08 / 2011

  FUNDO MUNICIPAL DE CULTURA

Lendo um decreto de um Fundo Municipal de Cultura, deparei com alguns itens que me fez lembrar alguns projetos que nos faz pensar muito na CONMIC e dar a mesma outro seguimento no âmbito cultural. Tanto que solicito a todos que por ventura tenham um tempo disponível, me procurem, ou leiam algo referente a algum dos tantos decretos, ou regulamentos que falem sobre tal posição. A meu ver começo minha interpretação pelo fato de aqui na nossa comissão ter uma das organizações a ser sempre pleiteada com o beneficio, e outros projetos onde seu representante é sempre o mesmo.

Temos conhecimento aqui de um destes representantes de ter sem qualquer intervalo a aprovação de seus projetos isto sem quaisquer prestações de contas. Enquanto nos tramites legais cada um destes teria que ficar logo após o termino um período de espera de no mínimo de dois anos, para então pleitear outra aprovação de projetos, coisa que nesta se encontrava a disposição de quem representava esta e deliberava quem bem queria , prejudicando outras associações, ou pessoas quem necessitava, e necessita.

Porém, vejam o incentivo desta ou doutra instituição é para o artista dar o seu ponta pé inicial, isto ele tendo seu projeto, e não fazendo deste uma situação de meio de vida. Digo isto, recordando um proponente destes que nem era sequer um dos autores, este vivia a todo o momento alegando precisar desta verba para alimentar os seus.

Senhores, senhoras artistas e proponentes esta verba destinada a contemplar aqueles, aquelas que fazem cultura é para ser repassada de acordo com tal finalidade. O autor é que tem que neste período lançar seu projeto, e não terceiros representá-los, isto já deu muita dor de cabeça. Tanto que concordo com tal procedimento do Fundo de Cultura, e o que reza por estes motivos.

Data vênia, cada lugar tem uma realidade, e a realidade nossa é outra, e não se resume num só representante para nós é preciso, se faz necessário que haja um consenso de que temos que mudar o modo de trabalhar não dando mais oportunidade para pessoas que não seja merecedor de nos representar.

Portanto, espero deixar claro que o total de incentivos é passado de uma base de  40% (quarenta por cento) a 70% (setenta por cento) oriundos de iniciativa do movimentos culturais, e dos projetos apresentados por órgãos e entidades , reza um decreto bem conhecido nosso . Tanto que só serão contempladas com este incentivo as manifestações relativas às produções e eventos culturais, materializados através de apresentações e aprovação que se situem dentro das seguintes áreas.

  1. Música e dança
  2. Teatro, circo e ópera
  3. Cinema, fotografia e vídeo,
  4. Literatura
  5. Artes plásticas e artes gráficas
  6. Cultura popular e artesanato
  7.    Acervo e patrimônio histórico
  8. Museologia
  9. Bibliotecas

Seus contras deixa ver que para quem bem possa entender desta forma vem ser quase nada, já que a mesma numa mão errônea deixa a desejar, e nunca seguira por caminhos que possam contribuir para a cultura.

Nós que somos artistas pleiteamos uma posição que nos ajude com nosso trabalho, e não dar voga para pessoas inescrupulosas que visa beneficio próprio. Portanto, deixo claro que de acordo com o que me integrei, que tomei conhecimento o melhor a se fazer é aceitarmos a proposta nos foi designada. Porém, eu como representante da classe artística estarei ao lado da opinião formada por todos nós, e como disse antes pretendo fazer um plebiscito para poder dar outro passo adiante.

Alexandre Oliveira – 31 / 07 / 2011

PLEBISCITO

Indo contra princípios eu aqui tento explicar e até mesmo solicito conselhos daqueles que de um modo ou de outro saibam que o que se passa dentre nós quando nada de anormal mediante tal procedimento por bem está acontecendo. Refiro-me ao caso de não ter recebido nenhuma indicação, não ter sequer nenhum esclarecimento sobre o andamento dantes da mesma onde substitui outro que estava à frente e em tudo por tudo negou o caminho legal para continuar tal trabalho.

Para ser mais claro refiro-me ao caso CONMIC, onde aquele que substitui passou nesta no mínimo mais de duas gestões, quando o normal é a cada dois anos aquele que representa uma classe seja substituído por outro e passe o que estava fazendo. E sendo assim, logo percebemos que aquele que estava ocupando tal função deixa tanta falha que por bem todos que faz hoje em dia faz parte desta comissão estranha, e acha por bem fazer uma auditagem interna, e por causa disto os projetos que se encontravam aleatoriamente expostos terão de ser estudados um a um, colocados em ordem , detalhe por detalhe para que possamos logo darmos um bom andamento, por outro lado, ao repassarmos seus tramites desta para aquela, aquele que supostamente prestamos esclarecimentos uma junta decide por bem suspender todos os projetos que se encontravam prontos a serem trabalhados, ou que já se encontravam em andamento, propondo logo que termine este trabalho de averiguação interna determinando que pare os trabalhos e logo que possível passemos a ser Fundo de Capitação, ou mesmo Fundação.

Coisa que procuro através de um plesbicito saber sobre a opinião de cada um dos nossos através de manifestações e até mesmo através do voto. Não é cabível, nem mesmo viável que sendo eu presidente da entidade e representante dos demais resolva, aceite esta posição sem ao menos consultar, ouvir a opinião daqueles que de uma maneira eu conte com estes neste parâmetro.

Pois, segundo reunião com representantes da Prefeitura Municipal a posição para a CONMIC, é a de ficar parada e passar de recursos de Capitação para Fundo, ou Fundação como queiram bem entender. Quero marcar com os demais um plebiscito e saber através de votos a opinião de todos aqueles que fazem arte e cultura aqui em nosso meio, em nossa comunidade de acordo com a nossa realidade sem copiar, outrossim, outros regimentos e leis tampouco  outras normas que mostre outra realidade onde é implantada tal fundação.

Meu apelo para aqueles que não entendam melhor o que digo, é que me procurem na parte da tarde na nossa sede onde darei melhor explicação. Porém deixo bem claro que gostaria de assim que possível marcar uma data para a realização deste ensejo e saber a posição de todos, pois sendo representante da classe e sabendo que muitos dependem do bom andamento desta peço humildemente que procurem entender. Aqui me despeço esperando uma posição dos companheiros, e mediante todo este processo de tramitação fico no aguarde.

Alexandre Oliveira – PRESIDENTE DA CONMIC

Senhores e senhoras, serei bem conciso explicando que para trabalharmos é preciso que levemos a informação até você. E assim em todo lugar podermos encontrar, não só quem busca incentivos. Nosso trabalho não se limita apenas em visarmos capitação de recursos, tampouco ficarmos trabalhando com um só projeto por todo tempo.

Todos aqueles que tenham algo para apresentar, terá nesta nova comissão a oportunidade de requerer seu direito. Portanto, basta que nos procure, e tire suas duvidas. Nós que fazemos esta temos o prazer de mostrar o caminho certo para a realização de novos planejamentos, na concretização de seus sonhos. Pois se você idealiza algo para nossa comunidade contribui com nosso trabalho. E sendo assim, vamos dançar Coco de Roda, e Ciranda, contar nossas histórias, versar nossos momentos interpretando neste grande palco através de imagens que para tantos propagamos.

Nossa equipe esta composta por pessoas idôneas e de responsabilidade com cada proponente. Nossa gestão será de dois anos, 2011/ 2013. E nossa proposta é de darmos conhecimento a vários segmentos, vendendo nosso produto. Pois compreendam que o nosso trabalho é em favor dos nossos artistas e da dificuldade que encontramos ao levarmos o que pretendemos adiante. Vamos ser claros, para realizarmos logo que possível tudo que for possível. Esta é uma missão de um grupo que se propõe dar o melhor de si.

Neste exato momento estamos realizando um trabalho interno que segundo nos foi proposto num prazo de mais ou menos sessenta dias. É um trabalho que temos que fazer em prol de um bom andamento, antes de alçarmos voos para recebermos novas propostas.

Alexandre Oliveira
PRESIDENTE DA CONMIC

CONMIC NOVOS MEMBROS

A Conmic– Comissão Normativa Municipal de Incentivos Fiscais à Cultura Padre Alfredo Barbosa que é a “guardiã” da Lei 963/99 a partir da publicação da portaria 2840/11 em 14 de abril do corrente ano, designou a nova formação de Conselheiros que responderão pelo biênio 2011/2013. Totalmente concebida pela Classe Artística, aprovada pelo Poder Legislativo e sancionado pelo Poder Executivo, a Lei Padre Barbosa teve a participação na elaboração, de diversos artistas, de diversas áreas, como os músicos Tadeu Patrício, Marcos Patrício, Marcos Matias, Jorge Villela, dentre outros nomes que militam no “fazer” cultural da cidade.

A Lei já passou por diversas adaptações de modo a se atualizar à outras legislações e continua sendo um forte instrumento de inclusão sócio cultural. Somente para este ano de 2011 a Lei já destinou cerca de R$ 400 mil reais para projetos culturais. Criada para dar “mobilidade” aos artistas, tem cumprido o seu papel. A Comissão é paritária e abriga 08 representantes eleitos pela Classe Artística e 08 pelas entidades Governamentais, sendo 08 titulares e 08 suplentes. Como titulares da Secretaria da Educação e cultura foram nomeados: Marieta Rezende (Secretária Adjunta de Cultura) como titular e o bailarino Cristhian Oliveira (suplente).Maria Josinete de Oliveira (Representante da Sec. de Finanças) Titular.

UFPB: Maria Auxiliadora Gama (titular) e José Waldir Dos Santos (suplente) Secretaria Estadual de Cultura: Alice Monteiro Lima (titular) e Raisa Agra Moura (suplente). Representando os Artistas: Judas Tadeu Patrício, Alexandre Rodrigues Souza Oliveira, Rômulo Roberto de Lima e Evilásia Lourenço (Pela ordem de eleição, 1, 2, 3 e 4 titulares). Suplentes pela ordem: Marina Rafaela Bezerra Alves, Wilton Alves da silva, Alcides Batista e Tales Matheus Accioly Viana. Os artistas são escolhidos por processo de eleição direita pela Classe.

Fonte: Secretaria da Educação e Cultura/Secretaria Adjunta de
Cultura/Gabinete do Prefeito/Conmic

Matéria : Marcos Matias

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